Telefonando do exterior: todas as possibilidades

Você vai para o exterior e quer se comunicar com o pessoal. O que você faz?

Roaming internacional: cuidado!!! Não é porque a sua operadora oferece roaming internacional que você vai sair usando. As tarifas costumam ser extra-estratosféricas. Só vale a pena caso você consiga um plano especial e bacana da sua operadora para roaming internacional. Ligue antes de viajar e leve um lero com a atendente para ver se está rolando alguma promoção camarada. (E lembre-se que para RECEBER ligações você TAMBÉM paga roaming.) Sem esse planinho especial, limite sua comunicação com o seu celular a torpedos.

Roaming de dados: vade retro!!! Acessar a internet no exterior no celular pela rede telefônica com o seu chipzinho nacional pode levar você à falência na volta. Ao desembarcar fora do país, DESATIVE O ROAMING DE DADOS IMEDIATAMENTE. É tão caro que as operadoras chegam a AVISAR que você pode ir à bancarrota se ficar checando email dessa maneira.

Chips locais (simcards): é umas. Se você vai ficar muito tempo num país e quer fazer ligações locais (tanto para estabelecimentos, como para companheiros de viagem que não estejam grudados em você o tempo todo), pode valer a pena investir num chip local pré-pago. Fora do Brasil, ninguém chama chip de telefone de chip: é simcard. As ligações para o Brasil não vão sair baratíssimas, não, mas vão sair mais em conta do que no roaming internacional. O melhor mesmo é para falar com outras pessoas no mesmo país. Pegadinhas: se você estiver fazendo uma viagem picada pela Europa, o seu simcard vai pagar roaming internacional a partir do próximo país. E recarregar de créditos não é muito fácil fora da base.

Chips locais (simcards) + número Skype in. É a dica que tinha sido dada pelo Frugal Traveler do NY Times e que eu passei adiante ano passado. Você compra um número Skype e daí redireciona as chamadas deste número para o número do simcard local. É útil para quem precise receber muitas ligações e não queira que os amigos façam chamadas internacionais. Mas atenção para a pegadíssima: nos Estados Unidos é roubada, porque você paga pelas ligações recebidas, e elas chegam como internacionais.

Smartphone + Skype + wifi: IMBATÍVEL. Mais cedo ou mais tarde você vai comprar um celular moderninho, não vai? Então compre logo. Em viagem ele será utilíssimo. Basta você abrir uma conta no Skype, comprar créditos, e fazer suas ligações de ambientes wifi. Pronto: as tarifas são baratíssimas, você não deixa de falar com os de casa. Você viaja com o seu chip mesmo — só precisa se lembrar de não fazer ligações pela linha telefônica nem atender ligações do Brasil. Mande o pessoal mandar torpedos e você chama assim que estiver num ambiente wifi.

Cartões telefônicos: chatos, mas funcionam. Em muitíssimos lugares você continua achando cartões telefônicos que permitem ligações com superdescontos. São vendidos em bancas e funcionam em orelhões. Você precisa raspar um código, enfrentar uma gravação e digitar mil números e senhas. Mas que são baratos, são.

Brasil Direto: assistência em português. A Embratel tem um serviço de DDI a cobrar ou por cartão, operado por vozes gravadas ou operadores ao vivo em português.

Locutórios. Na Argentina você vai encontrar um em cada quadra. São ótimos para falar com o Brasil: as ligações são muito baratas. Na Europa você também vai encontrar postos telefônicos ou cybercafés equipados com Skype nas proximidades das estações — onde houver mochileiros e migrantes, sempre vai haver postos telefônicos.

 

Fonte: viajenaviagem.com

 

 

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