EUA divulgam objetos proibidos e curiosos confiscados em aeroportos

Mesmo com a conhecida rigidez do sistema de segurança dos aeroportos dos EUA, muitos passageiros não se intimidam e tentam embarcar com armas e outros itens proibidos – alguns bem inusitados.

No último dia 23 de agosto, por exemplo, o órgão responsável havia detectado naquela semana 33 armas de fogo (30 delas carregadas), oito armas de choque e cinco facas escondidas em lugares improváveis: duas delas em uma caixa junto com um filtro automotivo, uma em um pente, outra em uma escova e uma última dentro do forro de uma mala.

Também são comuns, segundo o órgão,  réplicas realistas de bombas, granadas e minas, o que confunde os agentes, pode gerar atrasos e levar à detenção do passageiro.

Bichos de pelúcia e sapatos de salto:

No ano passado, os agentes encontraram sete falsas granadas em apenas uma semana. O balanço de itens apreendidos ao longo de 2012 mostra ainda que foram apreendidos nos aeroportos americanos 1.556 armas dentro de malas de mão ou despachadas – em média, quatro por dia. Do total, 78,7% estavam carregadas.

Algumas delas estavam camufladas em lugares improváveis: bichos de pelúcia, um livro com miolo falso e um vaso de planta são alguns exemplos.

Os aeroportos onde mais foram encontradas armas nesse ano foram os de Atlanta, Dallas, Phoenix, Houston e Ft. Lauderdale, nessa ordem.
Entre os itens curiosos apreendidos, foram citados um spray de pimenta escondido dentro de uma meia, cobras venenosas mortas, um cinto de castidade, uma motosserra, sacos com enguias e diversas espadas samurais.

Um passageiro se arriscou duplamente e levou uma falsa granada recheada de maconha. E houve uma passageira que achou “fashion” embarcar com sapatos com os saltos imitando revólveres.

Segundo a TSA, os passageiros podem viajar com sua arma de fogo na bagagem despachada, mas ela deve ser declarada à companhia aérea antes.
O órgão afirma que a divulgação do que é interceptado não é apenas para “mostrar serviço”, mas para conscientizar os passageiros.
“Cada vez que achamos um item perigoso, todo o processo fica lento e um passageiro que provavelmente não tinha má intenção acaba fichado e às vezes até preso. Este é um aviso amigável para as pessoas deixarem esses itens em casa”, afirma.

 

Fonte: g1.globo.com

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