Não abandone seu agente de viagens, entenda o novo imposto
Não devemos omitir o que é fato, o governo está com sede de impostos e, recentemente, a nossa presidente da república ainda anunciou o provável retorno da CPMF, imposto esse que não ouvíamos falar desde 2007, o qual espera arrecadar mais de R$ 32 bilhões de reais do povo brasileiro para cobrir parte no rombo na Previdência de R$ 64,9 bilhões.
Mas falando do Imposto de Renda Retido na Fonte ( IRRF ), o qual penaliza as agências de viagens, operadoras de turismo e intercâmbio que precisam enviar pagamentos ao exterior em 25%, não podemos e não há como negar que de fato isso vem complicando muito a vida dessas empresas, as quais empregam milhares de pessoas em todo o Brasil há décadas.
Mas o que ainda não pode-se afirmar, assim como a mídia vem afirmando veementemente, é que as agências de viagens não são mais a melhor opção, orientando os turistas e viajantes a irem direto para os sites dos hotéis, cias aéreas, etc.
Primeiro que esse tipo de orientação é totalmente redundante, pois com ou sem impostos o cliente sempre pesquisa, dificilmente ele compra de primeira, além dos muitos que não sabem o que é comprar em uma agência de viagens. O cliente sempre pesquisará e jamais pagará muito mais caro por um produto ou serviço, e isso não se aplica somente ao turismo mas a qualquer atividade econômica afinal, dinheiro nunca esteve tão difícil.
Neste momento, existe uma “força tarefa” de entidades do turismo altamente empenhadas em reduzir esse imposto para os iniciais 6,38%, ou até mesmo anulá-lo, nos trazendo de volta à isenção conforme a FENACTUR – Federação Nacional do Turismo – também vem trabalhando duro e entende que a aplicação dessa alíquota é ilegal.
A medida é mais que urgente, inclusive sua definição já foi adiada por mais de 2 vezes pelo Ministério do Turismo, o que vem deixando todo o trade turístico com o coração e as calças nas mãos, tendo como uma incógnita a definição dos seus futuros, o que vem gerando revolta e protesto de muitos empresários do setor que precisam trabalhar, definir metas, pois para eles o ano não começa só depois do carnaval, e as contas a pagar chegam pontualmente todos os meses.
Você consumidor, turista ou viajante, não pode e nem deve pagar mais caro, ainda mais em um país que custa tanto aos bolsos dos trabalhadores de bem. Mas a nossa orientação é que você que prestigia e prefere a orientação e atendimento de um bom profissional, não o abandone. Continue sempre com o bom hábito de pesquisar e manter o agente de viagens nas suas cotações, eles ainda são especialistas no assunto.
Todos esses profissionais estão em busca de meios alternativos para continuarem te oferecendo um bom atendimento, por um preço justo.
Ainda existem boas e ótimas empresas no mercado, as quais estão empenhadas em buscar soluções e que, com certeza, não entregarão os pontos de forma tão fácil. Estamos suando, apertando os cintos, mas ainda sem intenção de desistir dessa batalha.
Comprar é relativo, mas não perca o bom hábito de consultar e comparar. Nada ainda é definitivo.
Fonte: agentesdeviagens.com




