Jardins que encantam os olhos mundo a fora
Um jardim é como um santuário: um lugar planejado para cultivar e apreciar plantas e flores, conviver com uma fauna simpática que inclui joaninhas e borboletas, manter conversas agradáveis e desfrutar de uma porção da natureza.
Separamos aqui 5 jardins de cair o queixo:
Jardim Yu, em Xangai, na China:
Jardim Yu (Jardim da Felicidade), também chamado de Yuyuan (Jardim da Paz), foi criado como um presente, em 1559, durante a Dinastia Ming: Pan Yunduan ofereceu este recanto ao seu pai, o ministro Pan En, como conforto na sua velhice.
Jardim Rikugien, em Tóquio, no Japão:
O jardim Rikugien é composto de uma pequena lagoa, árvores e um monte, com um tradicional jardim japonês — uma atração turística por si só.
Foi construído entre 1695 e 1702 e é considerado um exemplo típico do período Edo. Em 1938, foi doado à cidade de Tóquio.
Jardim Exbury, em Hampshire, na Inglaterra:
O Jardim Exbury data de 1919, quando Lionel Nathan de Rothschild adquiriu a propriedade Exbury e desejou ali um jardim grandioso.
A infraestrutura inclui uma torre de água, três grandes lagoas revestidas de concreto e de 35 quilômetros de tubulação subterrânea. Na primavera os arbustos são todos floridos, e sua pequena floresta ostenta uma invejável coleção de rododendros, azaléias e camélias. É muitas vezes considerado o melhor jardim de seu tipo no Reino Unido.
Jardim de Claude Monet, em Giverny, na França:
Giverny é uma pequena aldeia que fica na “margem direita” do rio Sena, bem no encontro com o rio Epte , a 80 quilômetros de Paris.
Foi lá que o impressionista Claude Monet pintou alguns dos seus mais lindos quadros, em 1890, na casinha que comprou e criou os magníficos jardins que imaginou.
Seu jardim ainda está lá, com arcos de trepadeiras entrelaçadas em torno de arbustos coloridos, o jardim de água, formada por um afluente do Epte, com a ponte japonesa, a lagoa com o lírio d’água, as glicínias e as azaléias.
Monet viveu na casa com a sua famosa fachada em tijolo esmagado-de-rosa de 1883 até sua morte em 1926. Seu filho doou a propriedade para a Academia de Belas Artes em 1966. Hoje o jardim é um museu aberto para visitação pública.
Jardim de Versailles, em Paris, na França:
O jardim do Castelo de Versailles começou a ser criado em 1632, no reinado de Luís XIII, e com o tempo e a sucessão de reis foi mudando nos desenhos e nos nomes. Mas por esses caminhos andaram iluministas e vieram à tona intrigas palacianas.
As fontes são um caso à parte: ainda usam o sistema hidráulico do Ancien Régime, da época de Luís XIV, e funcionam, contribuindo para tornar os jardins de Versalhes únicos.
Hoje, os jardins fazem parte do Patrimônio da Humanidade da Unesco, e são controlados pelo Ministério da Cultura francês, o que significa que são públicos, um dos locais mais visitados da França, recebendo mais de seis milhões de pessoas por ano.
fonte: veja.abril.com.br
Texto: Rita de Sousa








