Dicas para curtir Salvador com e sem luxo
Dicas para as praias:
Como a maioria das capitais com praia, Salvador tem algumas barracas estilosas e cheias de mordomia. As mais conhecidas são a Pipa e a Barraca do Lôro, ambas na Praia do Flamengo.
Dá para consumir cerveja dos vendedores com isopor e alugar cadeiras ou levar o próprio equipamento. As melhores praias pra esse tipo de passei são Buracão (Rio Vermelho), Barra e Porto (essa nos dias de semana).
Hospedagem:
Para quem curte intimidade e charme, a dica é o hotel Casa do Amarelinho . O total em diárias para um casal vai de R$ 3.760 a R$ 5.440, dependendo do luxo que você espera.
Dinheiro contado: não é por isso que você vai ficar à deriva na Bahia. Se a grana está curta, mas você ainda faz questão de um local com estrutura, o Web Hotel é uma opção ao custo de R$ 1.520 pelas quatro diárias, mas sem café da manhã.
Onde comer:
Dois restaurantes são quase unanimidades em Salvador e, caso possa pagar, você não deve perder. O mais tradicional deles é o Paraíso Tropical (Rua Edgard Loureiro, 98 B, Cabula 3384-7464, do chef Beto Pimentel).
O segundo é o Amado (Av. Lafayete Coutinho, 660, Comércio 3322 3520) , do chef mineiro Edinho Engel.
O Donana, em Brotas, tem bom custo benefício. Come-se muito bem e a conta fica em torno de R$35 por pessoa. Pode ser a sua escolha para um almoço especial.
Onde beber:
O D.O.C. (Rua das Dálias, 584, Pituba 3451 3773) tem um chopp especialmente gelado (R$8,20) e um ambiente bacana, no estilo das lanchonetes americanas.
Quem não faz questão de estilo pode apostar no Koisa Nossa, na Mouraria. A Original custa R$ 7,40 e fica perfeita com o impecável pastel de polvo (R$ 13).
Onde curtir a noite:
Se você gosta da música baiana mais conhecida Brasil afora, como axé e pagode, a melhor opção são os camarotes dos ensaios de verão, como Sarau do Brown (R$ 160 no camarote), Timbalada (R$ 160 no camarote), Harmonia do Samba (R$ 80 no camarote) e Olodum (R$ 50/preço único).
Outra ideia é circular pela noite do Rio Vermelho, reduto boêmio de Salvador. Ali há opção de botecos pequenos, cerveja avulsa com vendedores ambulantes e até sentar na balaustrada da orla.
Fonte: vidaeestilo.terra.com.br














