Seguro de viagem: por que fazer?
Durante os preparativos de uma viagem, a gente pensa em tudo: quais pontos turísticos serão visitados, o que levar na mala, câmera fotográfica, visto, dinheiro, passagens aéreas…
No entanto, um detalhe sempre passa despercebido: acidentes acontecem e, quando longe de casa, são ainda piores. Por isso, o seguro de viagem é tão importante. Veja porque contar com esta garantia e saiba como funciona o processo.
O que é?
O seguro de viagem oferece cobertura para possíveis imprevistos que podem acabar com as férias de qualquer um. A maioria dos planos inclui auxílio médico e odontológico, ajuda jurídica e financeira, repatriação em caso de morte e assistência em caso de bagagens extraviadas pela companhia aérea, entre outros benefícios.
Quando e como contratar?
Alguns países e programas de intercâmbio exigem a aquisição do seguro, mas na maioria das vezes fica a critério do turista. Por isso, é fundamental considerar duas questões antes de viajar: se no país destino o plano é obrigatório e pensar com carinho antes dispensar a medida.
Isso porque é impossível prever acidentes e situações de risco, que ficam ainda mais agravadas em um país estrangeiro, onde o idioma e leis são completamente diferentes do local de origem. Para contratar o serviço, uma agência ou empresa especializada deverá ser contatada.
Aqui, pesquisa e busca por informações nunca são demais. Antes de optar por uma seguradora ou outra, confira a idoneidade da prestadora de serviços e compare tarifas e vantagens. Cada empresa terá suas condições e decidir qual corresponde à suas expectativas e necessidades é a única maneira de ter certeza de que o melhor serviço está sendo contratado.
Por que contratar?
Como já dito, acidentes não podem ser previstos. Além disso, qualquer situação pode ficar ainda mais grave em território estrangeiro. Entre os complicadores, destaque para:
– dificuldade de se comunicar, ainda mais em países onde o inglês não é a língua oficial ou não é comum entre a população local, o que acontece em países pequenos e do oriente, por exemplo;
– falta de serviços públicos para saúde. Em países desenvolvidos, como os Estados Unidos, não há saúde pública, isto é, atendimentos hospitalares, seja de emergência ou urgência e mesmo sem gravidade, são cobrados e geralmente custam caro;
– não conhecer as leis ou se deparar com uma legislação completamente diferente do Brasil. Cada nação tem seu sistema legislativo e o simples ato de dirigir é totalmente diferente e pode causar transtornos. Além disso, saber como agir em caso de roubos ou furtos, é importante e melhor ainda é ter com quem contar, caso esse tipo de coisa aconteça.
Fonte: skyscanner.com.br




